Mundos
Mundo SAC

Cliquei em link de phishing: o que fazer e a quem pedir ajuda

Carregando avaliações… — visitas
Resposta rápida

Clicou em um link suspeito ou digitou senha numa página falsa? Aja agora: troque a senha, avise o banco ou a empresa pelo canal oficial e guarde as provas. Phishing é o golpe da isca, em que o criminoso imita uma empresa conhecida para você entregar dados ou clicar.

Rápido: troque as senhas, ligue para o canal oficial pelo número do site, peça protocolo e registre boletim de ocorrência se houve prejuízo.

Ler artigo completo

Versão de demonstração: os dados deste texto ainda passam por revisão de fatos.

Neste artigo
  1. Primeira hora: o que fazer conforme o que você fez
  2. Quem avisar, em ordem
  3. Provas que o banco e o Procon vão pedir
  4. Como o golpe costuma chegar
  5. Depois do susto: reforçar as contas
  6. Contato falso em nome de empresa: como conferir
  7. Em outros Mundos

Primeira hora: o que fazer conforme o que você fez

O que aconteceu Primeiro passo
Só abri a mensagem Não clique e apague depois de guardar um print
Cliquei, mas não digitei nada Feche a página, atualize o antivírus, troque senhas
Digitei senha ou dado Troque a senha, ative a verificação em duas etapas, ligue ao banco
Fiz transferência ou pagamento Avise o banco já, peça contestação com protocolo

Quanto antes o aviso chegar ao banco, maiores as chances de ele agir. Não há garantia de que o valor volte, e a instituição pode discordar do pedido.

Quem avisar, em ordem

Comece pela instituição em que o dado foi usado. Use o número do site, do cartão ou do aplicativo, nunca o da mensagem. Peça análise e protocolo.

Em seguida avise o SAC da marca imitada, porque o nome dela foi usado. Se a empresa não ajudar, suba para a ouvidoria e registre o caso no Consumidor.gov.br, se ela estiver cadastrada, e no Procon. Para telefonia, a Anatel recebe queixas com o protocolo da operadora. A resposta completa sobre números falsificados mostra o mesmo caminho para ligações.

Provas que o banco e o Procon vão pedir

Print da mensagem, com remetente, data e horário. O link recebido, sem clicar de novo. Extrato com a movimentação, comprovantes de pagamento e cada protocolo. Anote a hora em que você percebeu o golpe, porque a rapidez do aviso pesa na análise.

Só depois de guardar tudo, apague a mensagem e bloqueie o remetente. Tire também print da página falsa, se ainda estiver aberta, mostrando o endereço na barra do navegador.

Como o golpe costuma chegar

No e-mail, a mensagem copia logotipo e assinatura e leva a uma página clonada. No SMS, vem como aviso de cartão bloqueado, cobrança pendente ou pacote retido. Por ligação, o chamado vishing, alguém diz ser do banco ou do suporte e pede senha, código ou a instalação de um aplicativo. Nas redes sociais e no WhatsApp, o golpista usa perfil clonado para pedir dinheiro ou um código.

Os sinais se repetem: urgência, pedido de dado que empresa séria não pede, link estranho e contato que você não esperava. Dados roubados servem para clonar cartão, abrir contas e pedir empréstimo em seu nome, e por isso o aviso rápido importa.

Depois do susto: reforçar as contas

Passada a primeira hora, revise as contas ligadas ao e-mail que você usa: banco, loja, redes sociais e aplicativos de mensagem. Troque as senhas por frases longas e diferentes entre si. Ative a verificação em duas etapas onde houver e nunca informe o código recebido por SMS a outra pessoa, mesmo que ela diga ser do banco.

Confira também o extrato dos próximos dias e peça ao banco que fique atento a movimentações incomuns. Se perceber cobrança nova, registre a data e avise o banco sem esperar a fatura fechar.

Contato falso em nome de empresa: como conferir

Abra o navegador e digite o endereço da empresa. Procure o telefone lá e compare cada dígito com o que recebeu. Nenhuma instituição legítima pede senha completa, número completo do cartão ou código de autenticação por mensagem. Segurança digital em geral tem guia próprio no Mundo de tecnologia, e aqui o foco é o que fazer com a empresa depois do golpe.

A resposta por empresa, com o contato oficial de cada uma, está no Mundo SAC. Para uma orientação rápida sobre onde começar, a resposta na página inicial do Mundo Blá indica o caminho. Quem quiser o mesmo assunto no site da rede pode ler o phishing e como segue enganando em detalhe no AtendimentoAoCliente.

Para a sua situação, procure o Procon, a Defensoria Pública ou um advogado.

Em outros Mundos

O guia phishing: o que é e como se proteger explica a defesa em geral. Sobre fraude em transferências, veja golpe do Pix e como evitar.

Tudo sobre

Perguntas frequentes

O que é phishing?

É o golpe em que o criminoso imita uma empresa, como um banco ou uma loja, para fazer você clicar em link falso ou entregar dados. Pode chegar por e-mail, SMS, ligação, rede social ou WhatsApp, sempre com um motivo urgente.

Cliquei no link, mas não digitei nada. Corro risco?

O risco é menor, mas existe, porque alguns links tentam instalar programas ou levar a páginas de captura. Feche a página, apague a mensagem, atualize o antivírus e troque a senha das contas importantes por precaução.

Digitei senha em página falsa. O que faço primeiro?

Troque a senha daquela conta e de qualquer outra que use a mesma, por um canal oficial, e ative a verificação em duas etapas. Depois ligue para o banco ou a empresa, pelo número do site, e peça análise e protocolo.

É possível recuperar dinheiro perdido em phishing?

Depende. Quanto mais rápido você avisar o banco, maiores as chances de ele conseguir agir, mas não há garantia. Registre boletim de ocorrência, guarde os comprovantes e peça a contestação com protocolo. A instituição analisa e pode discordar.

Preciso registrar boletim de ocorrência?

Vale quando houve prejuízo, uso dos seus dados ou fraude. O banco costuma pedir o documento na análise. Alguns estados aceitam registro online. Guarde o número do boletim junto com os protocolos do banco e dos outros canais.

Como saber se um e-mail do banco é falso?

Veja o endereço do remetente, desconfie de urgência e de link para dados, e não clique. Abra o site ou o aplicativo digitando o endereço você mesmo e confira se há aviso lá. Se tiver dúvida, ligue para o número do cartão.

Como identificar um site falso?

Confira o endereço letra por letra, porque uma troca de caractere já indica clone. O cadeado e o https ajudam, mas não bastam sozinhos. Se a página chegou por mensagem, não digite dados; entre pelo site oficial digitado por você.

Recebi um SMS dizendo que meu pacote está retido. É phishing?

É um modelo comum de phishing por SMS, com link para pagar uma taxa. Não clique. Confira o código de rastreio direto no site da loja ou da transportadora, digitando o endereço, e avise o SAC se o nome da empresa foi usado.

A empresa citada no golpe é responsável?

Depende do caso. Se o golpe ocorreu por falha da empresa, como vazamento de dados, você pode reclamar. Se foi fora dos canais dela, a análise é mais difícil. Guarde provas e procure o Procon ou a Defensoria Pública para orientação.

Quem avisar depois de cair no golpe?

Primeiro o banco ou a empresa afetada, para limitar o prejuízo. Depois o SAC da marca imitada, para que ela saiba do uso do nome. Se não houver solução, ouvidoria, Consumidor.gov.br e Procon, sempre com os protocolos.

O que guardar de prova?

Print da mensagem com remetente e data, o link recebido sem clicar de novo, extratos com a movimentação, comprovantes e protocolos. Anote o horário em que você percebeu o golpe, porque a rapidez do aviso pesa na análise do banco.

Devo apagar a mensagem de phishing?

Apague só depois de tirar print e guardar os dados do remetente. A mensagem é prova. Não clique nos links nem responda. Encaminhe ao SAC da empresa imitada, se houver canal para isso, e bloqueie o remetente no aparelho.

Phishing por ligação existe?

Sim. É chamado de vishing: o criminoso diz ser do banco, do suporte técnico ou até da polícia e tenta conseguir senha, código ou instalação de aplicativo. Desligue e retorne por um número conferido no site oficial da empresa.

Posso confiar em aplicativo que identifica chamadas suspeitas?

Ele ajuda a filtrar parte das ligações, mas não garante proteção. A medida mais segura continua sendo não passar senha nem código por telefone e conferir o contato no site oficial antes de qualquer retorno.

A verificação em duas etapas evita o golpe?

Reduz o risco, mas não elimina. O criminoso pode tentar convencer você a informar o código recebido por SMS. Nunca compartilhe esse código com ninguém, nem com quem diga ser do banco. Ele serve para você, não para a empresa.

O que fazer se meu nome foi usado para abrir conta ou pedir empréstimo?

Avise a instituição envolvida pelo canal oficial, peça a contestação por escrito com protocolo e registre boletim de ocorrência. Guarde os documentos recebidos e os e-mails trocados com a instituição. Se a empresa não resolver, escale para ouvidoria, Consumidor.gov.br e Procon.

Este site representa alguma empresa citada?

Não. O Mundo Blá é independente e não representa banco, loja nem outra empresa. As orientações aqui são gerais. Para cada caso, use os canais oficiais da empresa e procure o Procon, a Defensoria Pública ou um advogado.

Referências

Fontes conferidas em 28 de outubro de 2026.

Escrito por

Redação MundoBlá

Equipe editorial

Equipe que pesquisa, escreve e revisa os guias do MundoBlá. Todo conteúdo cita fontes oficiais e mostra a data da última conferência. Perfis de especialistas reais entram aqui só quando houver pessoa verificada.