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Tipos de maquininha de cartão: qual escolher para o seu negócio

Resposta rápida

Os tipos mais comuns de maquininha de cartão são quatro: POS, que funciona sozinha; TEF com pinpad, ligado ao computador do caixa; mPOS, que depende do celular; e o próprio celular recebendo por aproximação. O melhor tipo é o que combina com o lugar onde você vende. A resposta curta é: balcão fixo com sistema pede TEF, venda móvel pede POS ou mPOS. Taxa de cada marca muda, então compare sempre com tabela datada.

Rápido: escolha o tipo de maquininha pelo lugar da venda (caixa fixo, mesa, entrega ou rua) e só depois compare taxas e preço.

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Neste artigo
  1. Os 4 tipos mais comuns de maquininha
  2. Maquininha POS: a mais versátil
  3. TEF com pinpad: integrado ao caixa
  4. mPOS e celular: os mais compactos
  5. Como escolher o tipo certo
  6. O que diz a lei sobre maquininhas
  7. Em outros Mundos

Os 4 tipos mais comuns de maquininha

Todos os tipos fazem a mesma coisa: aceitam cartão de débito e crédito e mandam a venda para a empresa que paga você. A diferença está em como cada um se conecta e onde ele pode ir.

Tipo Como funciona Combina com
POS Aparelho independente, com chip ou wi-fi Restaurante, loja, venda na rua
TEF com pinpad Software no computador do caixa e teclado para o cliente Mercado, farmácia, loja com sistema
mPOS Leitor ligado ao celular, em geral por bluetooth Autônomo, feira, atendimento em casa
Celular por aproximação Aplicativo no celular com NFC Quem vende pouco e quer zero aparelho extra

Essa tabela não traz taxa de propósito. Cada empresa muda a tabela com frequência, e um número sem data e fonte engana mais do que ajuda.

Maquininha POS: a mais versátil

POS vem do inglês point of sale, ou ponto de venda. É a maquininha que funciona sozinha: tem tela, teclado, leitor de cartão e conexão própria.

Alguns modelos usam chip de operadora, outros usam wi-fi e alguns aceitam os dois. Com chip, você pode levar a máquina até a mesa, até a porta do cliente ou até a barraca na feira. Com wi-fi, ela depende da rede do local.

Modelos com impressora entregam o comprovante em papel. Outros enviam o comprovante por mensagem ou e-mail. Veja qual formato o seu cliente espera.

TEF com pinpad: integrado ao caixa

TEF é a sigla de transferência eletrônica de fundos. Aqui, quem processa a venda é um software instalado no computador do caixa. O cliente usa o pinpad, um teclado com leitor, para inserir o cartão e digitar a senha.

A vantagem é a integração. O valor sai direto do sistema de vendas, sem digitar duas vezes, e o fechamento do caixa fica mais simples. A desvantagem é a mobilidade: o pinpad fica preso ao balcão e não vai até o cliente.

O TEF costuma exigir mais de um fornecedor, como o sistema da loja e a empresa de pagamento. Pergunte quem dá suporte quando algo falha.

mPOS e celular: os mais compactos

A mPOS é um leitor pequeno que só funciona ligado ao celular ou tablet. O aparelho do vendedor faz a ponte com a internet e mostra a venda na tela.

Ela costuma ser barata e cabe no bolso. O ponto fraco é a dependência: celular sem bateria ou sem sinal significa venda perdida.

Há também serviços que transformam o próprio celular em maquininha. O cliente aproxima o cartão do aparelho e a venda é aprovada pelo aplicativo. Para isso, o celular precisa de NFC e ser compatível; confira a lista na página oficial do serviço.

Como escolher o tipo certo

Responda três perguntas antes de olhar preço:

  1. Onde a venda acontece? Caixa fixo, mesa, porta do cliente ou rua.
  2. Que conexão é estável ali? Wi-fi da loja ou sinal de operadora.
  3. Você usa sistema de vendas? Se sim, a integração do TEF pode poupar retrabalho.

Depois, compare o custo total de cada opção no seu volume real: preço ou aluguel da máquina, taxa de débito, de crédito à vista e parcelado, prazo de recebimento e antecipação. Peça tudo por escrito e com data. A resposta completa sobre como escolher máquina de cartão mostra essa conta passo a passo.

Se você é MEI ou está abrindo a empresa agora, vale ter a conta de recebimento no CNPJ. O passo a passo para formalizar está em como abrir MEI.

O que diz a lei sobre maquininhas

A Lei nº 12.865/2013 coloca a atividade de credenciar a aceitação de instrumento de pagamento entre as atividades das instituições de pagamento. A mesma lei atribui ao Banco Central a tarefa de disciplinar os arranjos de pagamento e supervisionar essas instituições.

A Lei nº 13.455/2017 autoriza preço diferente conforme o prazo ou o instrumento de pagamento. Ela também exige que eventuais descontos sejam informados em local e formato visíveis ao consumidor. Se você der desconto no Pix ou no dinheiro, deixe o aviso à vista.

Outros textos de vendas e gestão estão na resposta do Mundo Negócios.

Em outros Mundos

No Mundo Dinheiro, compare os meios de pagamento e suas diferenças e veja como receber Pix na empresa, uma alternativa à maquininha no balcão.

Fonte: Lei nº 12.865/2013; Lei nº 13.455/2017. Verificado em 5 de novembro de 2026.

Perguntas frequentes

Quais são os tipos de maquininha de cartão?

Os tipos mais comuns são a maquininha POS, que funciona sozinha com chip ou wi-fi; o TEF com pinpad, ligado ao computador do caixa; a mPOS, que depende do celular; e o próprio celular recebendo por aproximação. Cada um atende a um jeito de vender diferente, do balcão fixo à entrega.

O que significa POS na maquininha?

POS vem do inglês point of sale, ou ponto de venda. É a maquininha que funciona de forma independente, com conexão própria por chip de celular ou wi-fi, e costuma imprimir ou enviar o comprovante. Ela pode ser levada até a mesa ou ficar no balcão, conforme o modelo escolhido.

O que é TEF na maquininha?

TEF é a sigla de transferência eletrônica de fundos. Nesse formato, um software instalado no computador do caixa conversa com o pinpad, o teclado onde o cliente insere o cartão e digita a senha. Costuma aparecer em mercados e farmácias, porque a venda já sai integrada ao sistema da loja.

O que é mPOS?

mPOS é a maquininha que depende de um celular ou tablet conectado, em geral por bluetooth, para passar a venda. O aparelho do vendedor faz a comunicação com a internet. Costuma ser compacta e barata, mas exige celular com bateria e sinal durante todo o expediente.

Dá para usar o celular como maquininha?

Dá, em alguns serviços. Certos aplicativos permitem receber pagamento por aproximação no próprio celular, sem máquina extra, desde que o aparelho tenha NFC e seja compatível. Confira na página oficial do serviço quais modelos de celular funcionam e quais cartões e bandeiras são aceitos.

Qual tipo de maquininha é melhor para MEI?

Depende de onde e como você vende. Para quem atende na rua ou em domicílio, uma POS com chip ou uma mPOS costuma bastar. Para quem tem caixa fixo com sistema de vendas, o TEF pode fazer sentido. Compare o custo total no seu volume de vendas antes de decidir.

Maquininha com chip ou com wi-fi?

Escolha pela conexão que nunca falha no seu ponto de venda. Chip de operadora serve para quem anda, desde que haja sinal na região. Wi-fi serve para quem fica no mesmo lugar e tem rede estável. Alguns modelos aceitam as duas formas, o que ajuda quando uma delas cai.

Maquininha com ou sem aluguel: qual a diferença?

Na maquininha comprada, você paga o aparelho uma vez e fica com ele. Na alugada, paga uma mensalidade enquanto usar, e a troca por defeito costuma estar incluída no contrato. A escolha depende do volume de vendas e das taxas de cada plano, que mudam com frequência.

Quanto custa a taxa da maquininha?

Não há um número fixo: cada empresa define a própria tabela, e ela muda com o tempo, com o plano e com o tipo de venda. Peça a tabela completa por escrito, com data, e compare débito, crédito à vista, parcelado e antecipação. Desconfie de taxa anunciada sem condição.

Toda maquininha aceita Pix?

Não. Alguns modelos mostram um QR Code do Pix na tela ou recebem Pix por aproximação, e outros só aceitam cartão. Confira na ficha do produto. Se a sua não aceitar, você pode deixar no balcão um QR Code gerado pela conta da empresa.

Maquininha POS aceita qualquer cartão?

Não necessariamente. Cada maquininha está ligada a uma empresa credenciadora, e as bandeiras aceitas dependem dos contratos dessa empresa. Antes de contratar, confira a lista de bandeiras e de vales-refeição aceitos, principalmente se o seu público usa algum cartão específico.

Quem regula as empresas de maquininha?

A atividade de credenciar a aceitação de cartões é de instituição de pagamento, segundo a Lei nº 12.865/2013. A mesma lei dá ao Banco Central a tarefa de disciplinar os arranjos de pagamento e supervisionar essas instituições, com aplicação de sanções quando cabível.

Posso cobrar preço diferente no cartão?

Pode. A Lei nº 13.455/2017 autoriza preço diferente conforme o prazo ou o meio de pagamento usado. Os descontos oferecidos precisam ser informados em local e formato visíveis ao consumidor, como no balcão, na etiqueta ou no cardápio.

Preciso de internet para usar a maquininha?

Quase sempre, sim. A POS usa chip ou wi-fi, a mPOS usa a internet do celular e o TEF usa a rede do caixa. Sem conexão, a venda costuma não ser aprovada. Por isso, teste o sinal no ponto de venda antes de escolher o modelo.

Qual maquininha é melhor para delivery?

Para entrega, você precisa de algo portátil: POS com chip ou mPOS ligada ao celular do entregador. O TEF fica preso ao caixa e não serve para levar até o cliente. Outra opção é enviar link de pagamento ou cobrar por Pix antes da saída do pedido.

Qual o erro mais comum ao escolher o tipo?

O erro mais comum é escolher pela taxa em destaque e ignorar o jeito de vender. Uma máquina barata que depende de wi-fi não serve para feira, e uma mPOS cansa quem passa o dia atendendo mesas. Pense primeiro no lugar da venda e depois no preço.

Posso ter mais de um tipo de maquininha?

Pode, e às vezes compensa: um TEF no caixa e uma POS portátil para entregas, por exemplo. Cada aparelho extra soma custo e mais um extrato para conferir. Faça a conta com o seu movimento real antes de multiplicar máquinas.

Referências

Fontes conferidas em 05 de novembro de 2026.

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Escrito por

Redação MundoBlá

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