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Quanto custa um detetive particular em 2026: diária, pacote e o que muda o preço

Resposta rápida

Um detetive particular custa de R$ 300 a R$ 1.500 por dia, segundo as faixas de mercado consultadas em novembro de 2026, e plataformas de orçamento listam pacotes de R$ 5.000 a R$ 15.000 ou mais. Não existe tabela oficial: o valor depende de horas de campo, equipe, deslocamento e prazo. Abaixo você vê as faixas lado a lado, os extras e como ler o orçamento. O panorama da profissão está no guia sobre o que faz um detetive particular.

Rápido: pelas fontes de 2026, a diária vai de R$ 300 a R$ 1.500 e o valor sempre deve estar no contrato, como manda a Lei 13.432/2017.

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Versão de demonstração: os dados deste texto ainda passam por revisão de fatos.

Neste artigo
  1. Por que não existe tabela oficial de preço
  2. Guias deste tema
  3. Diária, hora e pacote: as faixas de mercado lado a lado
  4. Preço por tipo de serviço
  5. Extras que entram no orçamento
  6. O que faz o preço subir ou cair
  7. Quanto tempo leva e como o prazo pesa no preço
  8. Como ler um orçamento de detetive, passo a passo
  9. O que o contrato precisa dizer sobre o preço
  10. Sinais de preço suspeito
  11. O que o detetive não pode fazer, por nenhum preço
  12. Erros comuns ao contratar pelo preço
  13. Em outros Mundos

Por que não existe tabela oficial de preço

Nenhuma lei, conselho ou órgão público fixa preço ou piso de honorários para detetive particular. A Lei 13.432/2017, que regula a profissão, cuida de outra coisa: ela exige que os honorários e a forma de pagamento estejam no contrato, no art. 8º, VI.

Isso quer dizer que cada profissional ou agência define o próprio preço. O que existe são referências publicadas por plataformas e agências. Elas ajudam a saber se um orçamento está dentro do comum, mas não são regra.

O art. 7º da mesma lei obriga o detetive a registrar por escrito a prestação do serviço. Então o preço combinado precisa aparecer em papel, e não só numa conversa.

Guias deste tema

Esta página dá o panorama do preço. Cada dúvida mais estreita tem um guia próprio, que aprofunda o que faz o valor subir ou descer naquele tipo de caso:

Diária, hora e pacote: as faixas de mercado lado a lado

As faixas abaixo saem de levantamento do MundoBlá em sites do setor, em novembro de 2026. A primeira linha vem de plataformas de orçamento, que reúnem propostas de perfis diferentes. As outras duas vêm de agências, e os valores delas refletem o próprio trabalho.

Faixa de mercado (nov/2026) Por hora Por dia Valor total de um caso
Plataformas de orçamento R$ 80 a R$ 180 R$ 300 a R$ 800 Pacote de R$ 5.000 a R$ 15.000 ou mais
Agência paulistana Não informa Média de R$ 1.350 em São Paulo Caso conjugal de 5 a 7 dias, cerca de R$ 6.600
Outra agência do setor Não informa R$ 800 a R$ 1.500 R$ 6.000 a R$ 12.000 na maioria dos casos

A leitura honesta é esta: as faixas chegam a variar até cinco vezes entre as fontes. A diária mais baixa das plataformas de orçamento, de R$ 300, fica bem abaixo da média da agência paulistana, de R$ 1.350.

Isso não quer dizer que uma fonte está errada. Cada uma mede uma coisa: a plataforma reúne orçamentos de perfis diferentes, e a agência fala do próprio trabalho, numa cidade específica.

Preço por tipo de serviço

Duas das faixas trazem valores por serviço. A agência paulistana cita só o caso conjugal em São Paulo, com cerca de R$ 6.600 para 5 a 7 dias.

Serviço Plataformas de orçamento Agência do setor
Investigação conjugal R$ 800 a R$ 5.000 R$ 3.500 a R$ 7.000 por semana
Investigação familiar R$ 600 a R$ 9.000 R$ 1.500 a R$ 15.000, até 15 dias
Investigação empresarial R$ 6.000 a R$ 18.000 R$ 10.000 a R$ 30.000, de um a dois meses
Localização de pessoas R$ 1.500 a R$ 16.000 R$ 1.500 a R$ 16.000, de 15 dias a dois meses
Monitoramento de adolescentes R$ 500 a R$ 4.500 Não informa
Fraude em seguro R$ 600 a R$ 7.800 Não informa

O serviço empresarial costuma ser o mais caro porque envolve mais pessoas, mais documentos e prazos maiores. A localização de pessoas tem a faixa mais larga: achar alguém que mudou de bairro é diferente de achar alguém que saiu do estado.

Em caso de desaparecimento, o primeiro passo não é o orçamento. Registre boletim de ocorrência na Polícia Civil do estado e ligue 190 se houver risco. A busca pelo poder público é prioridade por lei, e o detetive entra como complemento.

Extras que entram no orçamento

Além da diária, o orçamento pode ter custos separados. Plataformas de orçamento do setor listam estes extras, em consulta de novembro de 2026:

Extra Faixa de mercado (nov/2026)
Deslocamento R$ 1,50 a R$ 3,50 por quilômetro
Hospedagem R$ 150 a R$ 400 por noite
Equipe adicional R$ 300 a R$ 800 por dia, por pessoa
Análise digital em fontes abertas (OSINT) R$ 300 a R$ 1.500
Trabalho noturno ou em feriado Acréscimo de 20% a 50%

OSINT é a sigla em inglês para inteligência de fontes abertas. Na prática, é a pesquisa em redes sociais públicas, diários oficiais, processos públicos e juntas comerciais. Não inclui entrar em conta, senha ou mensagem de ninguém.

Os extras explicam por que dois orçamentos com a mesma diária podem ter totais bem diferentes. Um caso que exige dois detetives à noite, em outra cidade, soma equipe, adicional noturno, quilometragem e hotel.

O que faz o preço subir ou cair

As fontes apontam os mesmos fatores. Quanto mais deles o seu caso tiver, maior tende a ser o valor final.

  • Horas de campo: cada dia de campana soma uma diária.
  • Número de detetives: acompanhar alguém que anda de carro pode exigir mais de um profissional.
  • Deslocamento: viagens entre cidades entram por quilômetro e hospedagem.
  • Horário: noite, fim de semana e feriado costumam ter adicional.
  • Cidade: uma agência paulistana cita média própria para São Paulo; não há dado confiável por capital.
  • Equipamento: o material usado no campo também entra na conta.
  • Prazo: pressa costuma exigir mais gente ao mesmo tempo.
  • Alvos e locais: duas pessoas ou três endereços multiplicam o trabalho.

O que mais reduz custo é um escopo bem definido. Se você já sabe o dia e o local que importam, o detetive não precisa cobrir uma semana inteira para achar o momento certo.

Quanto tempo leva e como o prazo pesa no preço

Como a cobrança costuma ser feita por dia de trabalho, o prazo é o que mais move o total. Agências do setor citam, em consulta de novembro de 2026, de 5 a 7 dias para um caso conjugal em São Paulo, até 15 dias para casos familiares e de um a dois meses no empresarial. Para localizar alguém, a estimativa vai de 15 dias a dois meses.

Esses prazos são referência, não promessa. Um caso pode terminar antes, se o fato aparece cedo, ou pedir mais dias, se o investigado muda a rotina. Por isso o contrato precisa ter prazo de vigência, como manda o art. 8º, II, da Lei 13.432/2017.

O tipo de campana também conta. Na campana fixa, o detetive observa um endereço de um ponto parado. Na móvel, ele acompanha o deslocamento a pé ou de carro. A móvel costuma exigir mais de um profissional, e cada pessoa a mais entra no orçamento como equipe adicional.

Textos antigos sobre o tema diziam, de forma errada, que o preço mudava conforme o equipamento e listavam escuta telefônica, rastreador no carro e aplicativo espião. Nenhum desses itens pode entrar num orçamento sério, porque a lei trata essas práticas como crime. O equipamento legítimo é outro: câmera para foto e vídeo em local público, veículo e o material para montar o relatório.

Como ler um orçamento de detetive, passo a passo

Um orçamento sério deixa claro o que você está comprando. Use esta ordem para conferir cada proposta antes de assinar.

  1. Confira o escopo. O texto diz o que será apurado, onde e por quanto tempo? Escopo vago gera cobrança vaga.
  2. Veja a unidade de cobrança. É por hora, por diária ou pacote fechado? Compare propostas na mesma unidade.
  3. Some os dias previstos. Multiplique a diária pelo número de dias e veja se bate com o total.
  4. Separe os extras. Deslocamento, hospedagem, equipe e adicional noturno precisam vir em linhas próprias.
  5. Pergunte pelos métodos. O orçamento deve descrever técnicas legais, como campana e pesquisa em fonte aberta.
  6. Leia a forma de pagamento. Entrada, parcelas e saldo precisam estar escritos, como pede o art. 8º, VI.
  7. Veja a regra de cancelamento. O contrato deve dizer como fica o valor se o trabalho parar no meio.
  8. Confirme o relatório. O preço inclui o relatório circunstanciado do art. 9º, com fotos, horários e assinatura?

Um exemplo de conta: pela faixa de mercado de deslocamento, 100 quilômetros rodados somariam de R$ 150 a R$ 350 só de deslocamento. É por isso que vale perguntar quantos quilômetros o detetive estima.

O que o contrato precisa dizer sobre o preço

O art. 8º da Lei 13.432/2017 lista os seis itens do contrato. Todos afetam o valor, direta ou indiretamente:

  1. Qualificação completa das partes.
  2. Prazo de vigência.
  3. Natureza do serviço.
  4. Relação de documentos e dados que você entregou.
  5. Local da prestação do serviço.
  6. Honorários e forma de pagamento.

O art. 12 dá ao detetive o direito de receber honorários proporcionais ao período trabalhado, conforme o pactuado. Se você encerrar o contrato antes, o que já foi feito costuma ser cobrado. Por isso a regra de cancelamento precisa estar escrita.

O parágrafo único do art. 8º permite incluir seguro de vida em favor do detetive quando houver risco de morte. É opcional e, quando existe, pode entrar no custo.

Sinais de preço suspeito

Preço baixo ou alto não é golpe por si só. O alerta acende quando o valor vem junto com promessa ou método que a lei não permite.

  • Promete resultado certo ou "prova certa" em troca do pagamento.
  • Oferece grampo, clonagem de WhatsApp ou app espião como parte do pacote.
  • Cobra mais caro por "acesso" a dado bancário, telefônico ou de operadora.
  • Pede o valor total antes de mostrar contrato.
  • Não separa extras e não explica como chegou ao total.
  • Usa o preço de anos atrás como se fosse atual.

Atenção: os textos-base de 2020 sobre o tema traziam diárias e valores por investigação daquele ano. Esse preço não vale mais e não deve ser usado para comparar orçamento hoje. Use só fontes datadas, como as desta página.

O passo a passo para checar o profissional, além do preço, está no guia de como contratar sem cair em golpe.

O que o detetive não pode fazer, por nenhum preço

Nenhum valor transforma um crime em serviço. Pagar mais caro não autoriza o detetive a usar meios ilegais.

Prática O que diz a lei
Interceptar ligação ou mensagem, ou fazer escuta ambiental sem ordem judicial Crime pelo art. 10 da Lei 9.296/1996, reclusão de 2 a 4 anos e multa
Instalar app espião ou invadir o celular de outra pessoa Crime pelo art. 154-A do Código Penal, reclusão de 1 a 4 anos e multa
Aceitar serviço que configure ou contribua para infração penal Vedado pelo art. 10 da Lei 13.432/2017

Quem paga por um desses serviços também se expõe. A prova obtida por meio ilícito é inadmissível no processo, pelo art. 5º, LVI, da Constituição. Para a lista completa, a resposta detalhada sobre o que pode e o que não pode está em outra página do Mundo.

Erros comuns ao contratar pelo preço

  • Escolher só pela diária. Uma diária baixa com cinco extras pode sair mais cara que uma diária alta com tudo incluído.
  • Não definir prazo. Sem prazo de vigência no contrato, a conta pode crescer sem você perceber.
  • Pedir "tudo". Um escopo aberto obriga o detetive a cobrir mais horas e mais locais.
  • Pagar sem contrato. Sem os itens do art. 8º, você fica sem base para cobrar o que foi combinado.
  • Comparar unidades diferentes. Hora, diária e pacote não se comparam diretamente.
  • Esquecer o relatório. Confirme que o relatório do art. 9º está incluído no valor.

Em outros Mundos

Se a dúvida começou com uma suspeita no relacionamento, leia antes os sinais de traição no relacionamento. Se o problema é dinheiro perdido num golpe, confira como evitar o golpe do Pix.

Os serviços, os artigos e as capitais estão no Mundo Detetive Particular, com a resposta para cada tipo de caso. Para outros temas do dia a dia, a resposta costuma estar na página inicial do MundoBlá.

Este conteúdo é informativo e não substitui a orientação de um advogado. Em risco imediato, ligue 190.

Perguntas frequentes

Quanto custa a diária de um detetive particular?

Depende da fonte e da cidade. Plataformas de orçamento do setor listam diárias de R$ 300 a R$ 800, e uma agência do setor fala em R$ 800 a R$ 1.500. Uma agência paulistana divulga média de R$ 1.350 por dia em São Paulo. Todos os valores foram consultados em novembro de 2026.

Existe tabela oficial de preço de detetive particular?

Não. Nenhuma lei, conselho ou órgão fixa tabela ou piso de honorários para detetive particular. A Lei 13.432/2017 só exige que os honorários e a forma de pagamento estejam no contrato, no art. 8º, VI. Quem diz seguir uma tabela oficial está usando referência própria, não uma regra.

Quanto custa uma investigação conjugal?

Plataformas de orçamento listam de R$ 800 a R$ 5.000, e uma agência do setor fala em R$ 3.500 a R$ 7.000 por semana. Uma agência paulistana cita cerca de R$ 6.600 para 5 a 7 dias em São Paulo. Os valores são de consulta feita em novembro de 2026. Veja a página de [investigação conjugal](/detetive-particular/investigacao-conjugal/).

Quanto custa uma investigação empresarial?

Plataformas de orçamento do setor listam de R$ 6.000 a R$ 18.000, e uma agência fala em R$ 10.000 a R$ 30.000, para trabalhos de um a dois meses. O valor depende do número de pessoas, locais e documentos analisados. Consulta feita em novembro de 2026. Detalhes em [investigação empresarial](/detetive-particular/investigacao-empresarial/).

Quanto custa localizar uma pessoa desaparecida?

Plataformas de orçamento e agências do setor citam a mesma faixa: de R$ 1.500 a R$ 16.000, em consulta de novembro de 2026. Uma das agências fala em prazo de 15 dias a dois meses. Antes de contratar, registre o boletim de ocorrência na Polícia Civil, porque a busca pelo poder público é prioridade por lei.

O detetive cobra por hora?

Alguns cobram. Plataformas de orçamento do setor listam de R$ 80 a R$ 180 por hora, em consulta de novembro de 2026. A cobrança por hora costuma aparecer em tarefas curtas, como uma pesquisa pontual. Em casos de campo mais longos, o mercado tende a trabalhar com diária ou com pacote fechado.

Trabalho à noite ou no fim de semana custa mais?

Costuma custar. Como referência de mercado, plataformas de orçamento citam acréscimo de 20% a 50% para trabalho noturno ou em feriado, em consulta de novembro de 2026. O motivo é a escala do profissional e a dificuldade de campo nesses horários. Peça que o orçamento separe o valor normal do adicional, para você conferir a conta.

O que são os extras de um orçamento de detetive?

São custos fora da diária. As faixas de plataformas de orçamento incluem deslocamento de R$ 1,50 a R$ 3,50 por quilômetro, hospedagem de R$ 150 a R$ 400 por noite e equipe adicional de R$ 300 a R$ 800 por dia por pessoa. Os valores são de novembro de 2026. Peça cada extra em linha separada.

Quanto custa uma pesquisa em fontes abertas?

Plataformas de orçamento do setor listam análise digital e pesquisa em fontes abertas, chamada OSINT, de R$ 300 a R$ 1.500, em consulta de novembro de 2026. Essa pesquisa cobre redes públicas, diários oficiais e processos públicos. Não inclui acesso a conta, senha ou mensagem privada de ninguém, porque isso é crime.

Por que os preços variam tanto entre as fontes?

Porque cada fonte mede uma coisa diferente. A plataforma de orçamento reúne propostas de perfis diferentes, enquanto a agência publica a referência do próprio trabalho. As faixas chegam a variar até cinco vezes. Horas de campo, equipe, cidade, deslocamento e prazo explicam boa parte dessa diferença no valor final.

Detetive barato é sinal de golpe?

Nem sempre, mas merece atenção. O sinal de risco é o preço baixo junto com promessa de resultado certo, oferta de grampo ou app espião, ou recusa em fazer contrato. Um orçamento sério mostra horas, equipe e extras. Veja os sinais em [como contratar sem cair em golpe](/detetive-particular/como-contratar-detetive-particular-sem-cair-em-golpe/).

Preciso pagar tudo adiantado ao detetive?

A lei não fixa forma de pagamento, só exige que ela esteja no contrato, pelo art. 8º, VI, da Lei 13.432/2017. Por isso o adiantamento é combinado entre as partes. Evite pagar o valor total antes de ter contrato assinado, com escopo, prazo e a forma de entrega do relatório.

Se eu cancelar a investigação no meio, recebo o dinheiro de volta?

Depende do contrato. O art. 12 da Lei 13.432/2017 dá ao detetive o direito de receber honorários proporcionais ao período trabalhado, conforme o pactuado. Então o que já foi feito costuma ser cobrado. Peça que o contrato diga, por escrito, como fica o valor em caso de cancelamento.

O preço muda de uma cidade para outra?

Pode mudar, mas não há dado confiável de preço por capital. Uma agência paulistana informa uma média para São Paulo, e as outras fontes trazem faixas nacionais. O que costuma pesar é a distância: deslocamento e hospedagem entram como extras quando o caso sai da cidade do detetive.

O preço de 2020 ainda serve de referência?

Não. Textos antigos citavam diárias e pacotes de 2020 que não batem com as faixas de 2026. Use só fontes recentes e com data, como as consultadas em novembro de 2026 nesta página. Mesmo assim, trate cada faixa como referência e peça o orçamento do seu caso por escrito.

Pagar mais caro traz um resultado melhor?

Não. Nenhum preço compra resultado certo, porque o detetive registra o que acontece e não controla o que vai acontecer. O que o valor pode comprar é mais horas, mais equipe e mais locais acompanhados. Desconfie de quem cobra caro prometendo prova certa ou acesso a dado sigiloso.

O orçamento de detetive precisa ser por escrito?

Precisa estar no contrato. O art. 7º da Lei 13.432/2017 obriga o detetive a registrar por escrito a prestação do serviço, e o art. 8º põe honorários e forma de pagamento entre os itens do contrato. Orçamento só falado não protege você em caso de cobrança ou desacordo.

Fontes e data de verificação

Lei 13.432/2017, Lei 9.296/1996, Código Penal. Conferido em 4 de novembro de 2026.

Referências

  • Lei nº 13.432, de 11 de abril de 2017 (Planalto). Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13432.htm.
  • Lei nº 9.296/1996 (Planalto). Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9296.htm.
  • Código Penal (Planalto). Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848compilado.htm.

Fontes conferidas em 04 de novembro de 2026.

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Redação MundoBlá

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