Versão de demonstração: os dados deste texto ainda passam por revisão de fatos.
Neste artigo
O que é o PostgreSQL
PostgreSQL é um sistema de banco de dados objeto-relacional, livre e de código aberto, que usa e amplia a linguagem SQL. É assim que o site oficial se descreve. A sigla SQL vem de Structured Query Language, a linguagem usada para criar, inserir e consultar dados. Na página o que é SQL você vê os comandos por grupo.
Um SGBD é o programa que administra o banco de dados. O banco de dados, por sua vez, é o conjunto de dados guardado, como a lista de clientes de uma loja. Já a consulta (query, em inglês) é um pedido feito ao banco, como "mostre os clientes de Goiânia".
O PostgreSQL segue o modelo relacional: os dados ficam em tabelas, formadas por linhas e colunas, e as tabelas se ligam por chaves. Se esse termo é novo para você, veja o que é banco de dados relacional.
De onde vem e quem mantém
Segundo o site oficial, as origens do PostgreSQL remontam a 1986, no projeto POSTGRES da Universidade da Califórnia em Berkeley. A página fala em quase 40 anos de desenvolvimento ativo da plataforma. Conferido em 28 de outubro de 2026 em postgresql.org/about.
A página de versões cita o PostgreSQL Global Development Group como o grupo que publica as versões e dá o suporte a elas.
Licença: dá para usar de graça?
Sim. O PostgreSQL é distribuído sob a Licença PostgreSQL, que o site descreve como uma licença de código aberto liberal, parecida com a BSD e a MIT. O texto dá permissão para usar, copiar, modificar e distribuir o software e sua documentação para qualquer finalidade, sem taxa e sem acordo escrito. Conferido em 28 de outubro de 2026 em postgresql.org/about/licence.
Postgres ou PostgreSQL?
São o mesmo sistema. PostgreSQL é o nome oficial. Postgres é o apelido, e aparece em pacotes, comandos e buscas como "db postgres", "database postgres" e "postgres databases". Quando você ler qualquer uma dessas formas, o assunto é o mesmo.
Para que serve o PostgreSQL
O PostgreSQL serve para guardar dados que um sistema precisa consultar e atualizar com segurança. Alguns usos comuns:
- Cadastro de clientes, pedidos e produtos de uma loja virtual.
- Dados de um aplicativo, como usuários, mensagens e históricos.
- Sistemas internos de empresas, como estoque e financeiro.
- Dados que usam extensões, como o PostGIS, citado na página oficial.
Nada disso é exclusivo do PostgreSQL. Outros sistemas fazem o mesmo trabalho. O que muda é o conjunto de recursos, a licença e o que o seu projeto ou a sua hospedagem já oferece.
Recursos principais do PostgreSQL
Os recursos abaixo constam na página oficial. Conferido em 28 de outubro de 2026 em postgresql.org/about.
ACID. É a sigla em inglês de atomicidade, consistência, isolamento e durabilidade. Em linguagem simples, uma transação, que é um conjunto de operações, vale por inteiro ou não vale. O site informa que o PostgreSQL é compatível com ACID desde 2001. Uma transferência bancária mostra bem a ideia: o valor sai de uma conta e entra na outra, ou nada acontece.
MVCC. A sigla vem de Multi-Version Concurrency Control, o controle de concorrência por múltiplas versões. A página oficial lista o recurso entre os de concorrência e desempenho. Ele ajuda a manter o banco funcionando quando mais de uma pessoa lê e grava dados ao mesmo tempo.
Tipos de documento: JSON e JSONB. JSON é um formato de texto para dados organizados em chaves e valores. O PostgreSQL aceita esse formato, além de XML e de pares chave e valor. A página também cita construtores, funções de consulta e expressões de caminho para JSON.
Integridade de dados. O site lista restrições como UNIQUE, NOT NULL, chave primária e chave estrangeira. Elas impedem, por exemplo, dois cadastros com o mesmo CPF, se você definir a regra assim.
Índices e desempenho. A página cita tipos de índice (B-tree, GiST, GIN e BRIN), planejador de consultas, particionamento de tabelas e consultas em paralelo. Um índice funciona como o índice de um livro: ajuda o banco a achar a linha sem ler a tabela inteira.
Segurança. O site menciona métodos de autenticação, como SCRAM-SHA-256 e LDAP, controle de acesso e segurança em nível de coluna e de linha.
Conformidade com o padrão SQL. Segundo a página, desde a versão 18, lançada em setembro de 2025, o PostgreSQL cumpre ao menos 170 dos 177 recursos obrigatórios do núcleo do padrão SQL:2023.
Extensões: PostGIS e pgvector
O PostgreSQL pode ser ampliado. Você pode criar tipos de dados e funções próprias, e a página cita extensões, entre elas o PostGIS.
Outra extensão conhecida é o pgvector, que o projeto descreve como busca por similaridade de vetores de código aberto para o Postgres. Ela não faz parte do instalador oficial e é mantida em um projeto à parte. Segundo a página do projeto no GitHub, depois de instalada você ativa a extensão em cada banco com este comando:
CREATE EXTENSION vector;
Para usar qualquer extensão, leia a documentação dela e confira se é compatível com a sua versão do PostgreSQL.
Versão atual e suporte
O projeto lança uma nova versão principal cerca de uma vez por ano. Cada versão principal recebe correções por 5 anos depois do lançamento inicial. Depois disso, sai uma última versão e o software passa a não ter suporte. A recomendação oficial é usar sempre a versão menor mais recente da versão principal que você escolheu.
A tabela abaixo mostra as versões com suporte. Conferido em 28 de outubro de 2026 em postgresql.org/support/versioning.
| Versão principal | Versão menor atual | Primeiro lançamento | Fim do suporte |
|---|---|---|---|
| 18 | 18.6 | 25 de setembro de 2025 | 14 de novembro de 2030 |
| 17 | 17.11 | 26 de setembro de 2024 | 8 de novembro de 2029 |
| 16 | 16.15 | 14 de setembro de 2023 | 9 de novembro de 2028 |
| 15 | 15.19 | 13 de outubro de 2022 | 11 de novembro de 2027 |
| 14 | 14.24 | 30 de setembro de 2021 | 12 de novembro de 2026 |
Repare na última linha. A versão 14 tem como data final o dia 12 de novembro de 2026, poucos dias depois da conferência desta tabela. Se você usa essa versão, planeje a atualização. A versão 13 já aparece como sem suporte, com fim em 13 de novembro de 2025.
Os números das versões menores mudam a cada rodada de correções. Por isso, trate a tabela como uma foto do dia da conferência e abra a página oficial antes de instalar. Um guia próprio sobre as versões do PostgreSQL ainda será publicado aqui.
Como instalar o PostgreSQL em resumo
A página oficial de download oferece pacotes e instaladores para Linux, macOS, Windows, BSD e Solaris, além do código-fonte. Comece sempre por ela: postgresql.org/download. Não baixe o instalador de sites que não sejam o oficial.
No Windows. A página oficial indica o instalador certificado pela EDB, hospedado nos servidores da própria EDB. Segundo o site, ele inclui o servidor PostgreSQL, o pgAdmin e o StackBuilder, que é um gerenciador de pacotes para ferramentas e drivers adicionais. Há modo gráfico e modo silencioso.
No Linux. A página separa as instruções por distribuição: Debian, Ubuntu, Red Hat e derivadas, SUSE e outras. Siga as da sua distribuição.
No macOS e nos demais sistemas. Abra a opção correspondente na página de download e siga o que ela indica para a sua versão do sistema.
Durante a instalação, anote a senha do superusuário, a porta e a pasta de dados. O programa de linha de comando psql, que a documentação usa em todos os exemplos, é o jeito mais direto de testar a conexão. O passo a passo detalhado fica em como instalar o PostgreSQL, e a resposta rápida para quem tem pressa está logo no começo.
Ferramentas para usar o PostgreSQL
Você pode trabalhar só com o terminal, mas uma ferramenta gráfica ajuda a enxergar tabelas e dados.
- pgAdmin: ferramenta gráfica para gerenciar e desenvolver bancos PostgreSQL. No Windows, o instalador oficial já a inclui. Veja pgAdmin: o que é e como usar.
- DBeaver: cliente gráfico de uso geral para bancos de dados. Pode ser útil se você trabalha com mais de um sistema. Veja DBeaver: o que é e como usar.
- psql: o cliente de linha de comando do próprio PostgreSQL. Serve para testar a conexão e rodar comandos rapidamente.
PostgreSQL, MySQL ou SQLite
Os três são bancos de dados relacionais que usam SQL, mas cada um serve a um uso diferente.
| Ponto | PostgreSQL | MySQL | SQLite |
|---|---|---|---|
| Funcionamento | Servidor de banco de dados | Servidor de banco de dados | Roda dentro do aplicativo, sem servidor separado |
| Armazenamento | Servidor administra os arquivos | Servidor administra os arquivos | Um único arquivo em disco |
| Licença | Licença PostgreSQL, parecida com BSD e MIT | Licença dupla: GPL ou comercial, da Oracle | Domínio público |
| Uso típico | Sistemas compartilhados, com mais de um usuário | Sistemas compartilhados e hospedagens | Apps pequenos, testes e estudo |
Conferido em 28 de outubro de 2026 em postgresql.org, dev.mysql.com e sqlite.org.
O SQLite não tem processo de servidor e guarda tabelas, índices e gatilhos em um único arquivo, segundo o site oficial. Isso o torna prático para estudar. Conheça-o em o que é SQLite.
O manual do MySQL informa que o software tem licença dupla: código aberto sob a GPL ou licença comercial comprada da Oracle. Um guia de MySQL e uma comparação geral dos principais SGBDs ainda serão publicados no MundoBla.
Para escolher, pergunte-se três coisas. Quantas pessoas vão usar os dados ao mesmo tempo? O sistema que você usa exige algum banco específico? Você precisa de recursos como JSON? Se a hospedagem já oferece um dos bancos e o sistema funciona com ele, mudar costuma trazer custo sem ganho. A decisão depende do seu caso.
Primeiros comandos no PostgreSQL
Os comandos abaixo vêm do tutorial da documentação oficial. Conferido em 28 de outubro de 2026 em postgresql.org/docs, na documentação atual. Os exemplos usam o banco mydb e as tabelas do tutorial, com o clima de cidades. Troque os nomes quando fizer os seus.
1. Criar e abrir um banco
No terminal, com o servidor em execução:
createdb mydb
psql mydb
O primeiro comando cria o banco. A documentação diz que, se não houver mensagem de erro, a criação funcionou. O segundo abre o banco no psql. Para sair do psql, digite \q.
2. Criar uma tabela
Dentro do psql:
CREATE TABLE weather (
city varchar(80),
temp_lo int, -- low temperature
temp_hi int, -- high temperature
prcp real, -- precipitation
date date
);
A tabela weather (clima) tem cinco colunas. O tipo varchar(80) guarda texto de até 80 caracteres, int guarda números inteiros, real guarda números decimais e date guarda datas. Tudo depois de -- é comentário. Para apagar uma tabela, a documentação mostra DROP TABLE tablename;.
3. Inserir dados
INSERT INTO weather VALUES ('San Francisco', 46, 50, 0.25, '1994-11-27');
Os valores entram na ordem das colunas. A documentação considera melhor estilo listar as colunas de forma explícita:
INSERT INTO weather (city, temp_lo, temp_hi, prcp, date)
VALUES ('San Francisco', 43, 57, 0.0, '1994-11-29');
4. Consultar dados
SELECT * FROM weather;
O asterisco significa "todas as colunas". Para filtrar, use WHERE:
SELECT * FROM weather
WHERE city = 'San Francisco' AND prcp > 0.0;
E para ordenar o resultado, use ORDER BY:
SELECT * FROM weather
ORDER BY city;
5. Comandos úteis do psql
Dentro do psql, \l lista os bancos do servidor e \dt lista as tabelas. Para ver as colunas de uma tabela, use \d seguido do nome dela. A documentação do psql traz também as opções de conexão: -h para o servidor, -p para a porta, -U para o usuário e -d para o banco.
Se você está começando com SQL, vale ler o que é SQL antes de seguir para consultas mais longas.
Erros comuns na instalação e no uso
- Perder a senha ou a porta. Anote os dois valores durante a instalação. A documentação do psql indica que a porta usual é a 5432, mas a instalação pode ter usado outro número.
- Conectar com o usuário errado. Por padrão, o psql usa o nome do usuário do sistema operacional. Informe o usuário certo com a opção
-U. - Servidor desligado. Se o psql não conecta, confira primeiro se o serviço do PostgreSQL está rodando.
- Instalar de fonte não oficial. Prefira sempre a página oficial de download. Pacotes de terceiros podem estar desatualizados.
- Usar versão sem suporte. Confira a tabela de versões acima e escolha uma que ainda receba correções.
- Copiar comandos de outra versão. Use a documentação da versão que você instalou, porque recursos mudam entre versões principais.
- Apagar sem backup. Segundo a documentação, o
dropdbremove fisicamente os arquivos do banco e não pode ser desfeito. Teste primeiro num banco de estudo.
Próximos passos
Com o PostgreSQL funcionando, o caminho natural é treinar SQL e conhecer uma ferramenta gráfica. Para ver como o conceito se encaixa no todo, volte ao pilar banco de dados. Os demais temas do assunto estão na resposta do silo de bancos de dados.
A página foi escrita com base nas fontes oficiais listadas ao final e conferida em 28 de outubro de 2026. Dados como versões e datas de suporte mudam. Confira sempre o site postgresql.org, a fonte principal desta página, antes de instalar ou atualizar.
Perguntas frequentes
O que é o PostgreSQL?
O PostgreSQL é um sistema gerenciador de banco de dados (SGBD) relacional de código aberto. Ele guarda dados em tabelas, aceita consultas em SQL e também lida com dados em formato de documento, como JSON. Segundo o site oficial, a origem do projeto remonta a 1986, na Universidade da Califórnia em Berkeley.
PostgreSQL e Postgres são a mesma coisa?
Na prática, sim. Postgres é o apelido usado pela comunidade e em comandos e pacotes, enquanto PostgreSQL é o nome oficial do projeto. Quando alguém pesquisa por db postgres ou postgres databases, quase sempre quer falar do mesmo sistema descrito nesta página.
Para que serve o PostgreSQL?
Serve para guardar, organizar e consultar dados de sites, aplicativos, lojas e sistemas internos. Ele armazena cadastros, pedidos e registros em tabelas e responde a consultas feitas em SQL. A escolha por ele depende do projeto, do time e do ambiente de hospedagem disponível.
O PostgreSQL é um banco de dados ou um SGBD?
O PostgreSQL é um SGBD, ou seja, o programa que cria e administra bancos de dados. O banco de dados é o conjunto de dados guardado, como a tabela de clientes de uma loja. Um mesmo servidor PostgreSQL pode manter mais de um banco de dados ao mesmo tempo.
O que significa ACID no PostgreSQL?
ACID é a sigla em inglês de atomicidade, consistência, isolamento e durabilidade. Em termos simples, uma transação (um conjunto de operações) vale por inteiro ou não vale. O site oficial informa que o PostgreSQL é compatível com ACID desde 2001.
Como instalar o PostgreSQL no Windows?
Baixe o instalador indicado na página oficial de download para Windows, que é hospedado pela EDB, e siga o assistente. Ele instala o servidor, o pgAdmin e o StackBuilder. Anote a senha do superusuário e a porta escolhidas, porque você vai precisar delas para conectar.
Como instalar o PostgreSQL no Linux?
Abra a página oficial de download para Linux, escolha a sua distribuição (Debian, Ubuntu, Red Hat e outras) e siga as instruções dela. Cada distribuição tem o próprio gerenciador de pacotes. Copiar comandos de sites que não são oficiais aumenta a chance de instalar algo desatualizado.
Como criar um banco de dados no PostgreSQL?
Com o servidor rodando, digite createdb no terminal, seguido do nome do banco, por exemplo createdb mydb. Esse é o comando mostrado na documentação oficial. Se não aparecer mensagem, a criação funcionou. Depois, abra o banco com psql e o mesmo nome.
Como acessar o PostgreSQL pelo terminal?
Use o programa psql, que vem com o PostgreSQL. Digite psql seguido do nome do banco, como psql mydb. Para indicar servidor, porta, usuário e banco, a documentação mostra as opções -h, -p, -U e -d. Para sair, digite \q.
Como saber qual versão do PostgreSQL ainda tem suporte?
Consulte a página de política de versões em postgresql.org, que traz a tabela com as versões, as datas de lançamento e a data da última atualização de cada uma. O projeto dá suporte a cada versão principal por 5 anos. Confira a página no dia da sua instalação.
PostgreSQL ou MySQL: qual escolher?
Depende do projeto. Os dois são SGBDs relacionais que usam SQL. O PostgreSQL usa a licença própria do projeto, parecida com a BSD e a MIT, e o MySQL tem licença dupla, com versão GPL e versão comercial da Oracle. Veja o que a sua hospedagem e o seu sistema exigem.
PostgreSQL ou SQLite: qual escolher?
O SQLite roda dentro do aplicativo, sem servidor separado, e guarda tudo em um único arquivo. O PostgreSQL funciona como servidor e atende mais de um usuário e sistema ao mesmo tempo. Para estudar ou para um app pequeno, o SQLite basta. Para um sistema compartilhado, o PostgreSQL costuma fazer mais sentido.
O PostgreSQL é indicado para quem está começando em banco de dados?
Pode ser, desde que você tenha paciência com a instalação e com a linha de comando. A documentação oficial tem um tutorial para iniciantes, e ferramentas gráficas como o pgAdmin e o DBeaver ajudam a ver as tabelas. Se quiser algo mais simples para os primeiros testes, comece pelo SQLite.
Qual erro mais comum na instalação do PostgreSQL?
Esquecer a senha do superusuário ou não anotar a porta escolhida. Também é comum tentar conectar com o usuário errado, ou com o servidor desligado. Antes de reinstalar tudo, confira se o serviço está rodando e se o usuário, a senha e a porta batem com os da instalação.
Posso usar uma versão do PostgreSQL sem suporte?
Pode, mas não é recomendado. Segundo a política oficial, depois do fim do suporte sai uma última versão e o projeto deixa de publicar correções, inclusive de segurança. Em sistemas com dados reais, planeje a atualização para uma versão suportada antes da data final.
O PostgreSQL é gratuito?
Sim. O site oficial informa que ele é distribuído sob a Licença PostgreSQL, uma licença de código aberto parecida com a BSD e a MIT, que permite usar, copiar, modificar e distribuir o software sem pagar taxa. Serviços de hospedagem e suporte de terceiros podem ser cobrados à parte.
Onde encontrar a documentação oficial do PostgreSQL?
A documentação fica em postgresql.org/docs e traz o manual de cada versão, com tutorial, referência de comandos e guias de administração. Prefira sempre a documentação da versão que você instalou, porque comandos e recursos mudam de uma versão principal para outra.
Referências
- PostgreSQL, sobre (postgresql.org). Disponível em: https://www.postgresql.org/about/.
- PostgreSQL, política de versões e suporte. Disponível em: https://www.postgresql.org/support/versioning/.
- PostgreSQL, licença. Disponível em: https://www.postgresql.org/about/licence/.
- PostgreSQL, downloads. Disponível em: https://www.postgresql.org/download/.
- PostgreSQL, instalador para Windows. Disponível em: https://www.postgresql.org/download/windows/.
- PostgreSQL, documentação: criando um banco de dados. Disponível em: https://www.postgresql.org/docs/current/tutorial-createdb.html.
- PostgreSQL, documentação: criando uma tabela. Disponível em: https://www.postgresql.org/docs/current/tutorial-table.html.
- PostgreSQL, documentação: inserindo linhas. Disponível em: https://www.postgresql.org/docs/current/tutorial-populate.html.
- PostgreSQL, documentação: consultando uma tabela. Disponível em: https://www.postgresql.org/docs/current/tutorial-select.html.
- PostgreSQL, documentação: psql. Disponível em: https://www.postgresql.org/docs/current/app-psql.html.
- SQLite, sobre. Disponível em: https://sqlite.org/about.html.
- MySQL, manual de referência. Disponível em: https://dev.mysql.com/doc/refman/8.4/en/introduction.html.
- pgvector, projeto no GitHub. Disponível em: https://github.com/pgvector/pgvector.
Fontes conferidas em 28 de outubro de 2026.